Já leu A Cabana? Difícil alguém não ter lido, certo? O difícil foi entender o porquê de tanto sucesso. A história conta o encontro do personagem principal com Deus, ou melhor, com a Santíssima Trindade. Pois é, deu pra perceber que o negócio é complicado. Lembro-me quando na escola não conseguíamos entender sobre o assunto e as freiras diziam que se tratava de mistério e mistério não tinha que entender e sim aceitar.
A parte mais emociante é quando o personagem conta o que o levou a descrer em Deus. O resto... bom o resto, sinceramente é desnecessário e chato Talvez um livro espírita seja bem mais interessante de ler do que A Cabana. O pior de tudo é entrar numa livraria e dar de cara com coisas como: "Como encontrar o Deus de A Cabana" ou "Entenda A Cabana". Deus, livrai-nos da Cabana!
Tive a idéia deste blog depois de uma conversa com amigos onde três de nós líamos o mesmo livro. Este blog é uma maneira de opinar sobre os últimos livros que li e trocar idéias sobre eles e sobre outros livros. Espero a sua participação e dicas sobre livros que valem a pena ler.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
"O Acerto Final", Sam Bourne
Rodando entre as prateleiras de uma livraria, dei de cara com este livro e logo o peguei. Quem me conhece bem, vai entender o que me chamou tanta atenção: uma suástica e o título "O Acerto Final". Quando o peguei vi logo a declaração do jornal Mirror, dizendo que o autor desbancaria Dan Brown. Que máximo! Convenhamos, Dan Brown tem até boas idéias, mas a forma como conduz suas histórias é muito chatinha. Sem falar que dá para descobrir o final bem antes de terminar o livro...
E Sam Bourne realmente é show de bola! Não dá para ficar entediado com a história de "O Acerto Final".
A história se passa em Nova York, nos dias atuais, com todo mundo traumatizado depois dos eventos de 11 de setembro de 2001, e portanto, bastante neuróticos com a questão da segurança. ele é confundido com um homem-bomba, e morto dentro das Nações Unidas. Quando se descobre que na verdade não passava de um sobrevivente do holocausto. Imagina a situação das Nações Unidas, matando velhinhos que sobreviveram a Auschwitz? Daí, chamam um ex-advogado da instituição para salvar a imagem da ONU, Tom Byrne, que vai à Londres tentar amenizar a situação junto à família e por fim, a imprensa. Quando o advogado pensa que é um simples caso, vai descobrindo pistas de que as coisas não eram bem asssim, e o suspense e a ação começam. Ele descobre que a ponta deste caso está lá na 2ª Guerra Mundial, e que nem todos os judeus foram para a morte como cordeiros para o abate, muitos lutaram da maneira que podiam, e não aceitaram o julgamento de Nuremberg como justiça para as atrocidades que passaram.
O leitor se vê num emaranhado de situações que vão desvendar o que levou o bom velhinho, quer dizer, nem tão bom assim, à ONU... Se bem que pra mim o velhote é ótimo, eu apóio! Mas eu sou suspeita...rs!
Esse eu li e vale a pena!
E Sam Bourne realmente é show de bola! Não dá para ficar entediado com a história de "O Acerto Final".
A história se passa em Nova York, nos dias atuais, com todo mundo traumatizado depois dos eventos de 11 de setembro de 2001, e portanto, bastante neuróticos com a questão da segurança. ele é confundido com um homem-bomba, e morto dentro das Nações Unidas. Quando se descobre que na verdade não passava de um sobrevivente do holocausto. Imagina a situação das Nações Unidas, matando velhinhos que sobreviveram a Auschwitz? Daí, chamam um ex-advogado da instituição para salvar a imagem da ONU, Tom Byrne, que vai à Londres tentar amenizar a situação junto à família e por fim, a imprensa. Quando o advogado pensa que é um simples caso, vai descobrindo pistas de que as coisas não eram bem asssim, e o suspense e a ação começam. Ele descobre que a ponta deste caso está lá na 2ª Guerra Mundial, e que nem todos os judeus foram para a morte como cordeiros para o abate, muitos lutaram da maneira que podiam, e não aceitaram o julgamento de Nuremberg como justiça para as atrocidades que passaram.
O leitor se vê num emaranhado de situações que vão desvendar o que levou o bom velhinho, quer dizer, nem tão bom assim, à ONU... Se bem que pra mim o velhote é ótimo, eu apóio! Mas eu sou suspeita...rs!
Esse eu li e vale a pena!
terça-feira, 14 de setembro de 2010
O Bobo da Rainha
"O Bobo da Rainha", de Philippa Gregory, é um livro de ficção baseado em alguns fatos históricos, se passa depois da morte do Rei Henrique VIII, da Inglaterra. Mas a história central é a vida de uma garota judia, Hannah, que por ter talentos paranormais, é chamada para trabalhar na corte como bobo.
Eu adoro História! O que eu acho um verdadeiro desastre é que quando ensinam História tiram as partes mais interessantes: as intrigas, as sacanagens, as traições, tudo que realmente faz as coisas acontecerem! Por isso, que a maioria dos jovens detestam História: na parte boa vem logo um ponto final!
Mas voltando ao livro, a história em si é muito boa: Hannah vive entre a cruz e a caldeirinha o tempo todo. Quase que literalmente... ela dança entre os interesses de Lord Robert Dudley (algém aí viu o filme Elizabeth?), Rainha Mary, a princesa Elizabeth e o seu próprio: sobreviver numa corte que oscila entre o catolicismo e o protestantismo sem que ninguém perceba que é judia. Por isso, corre todo o tipo de perigo e participa de quase todos os principais eventos entre a coroação da Rainha Mary e as intrigas para que lhe tirem o trono.
É um livro fascinante por dois motivos: primeiro por colocar o leitor para pensar naquilo que foi e naquilo que pode ter sido, se bem que de verdade mesmo, pouco sabemos, afinal que contas, a História é contada pelos vencedores, e da maneira deles... O segundo,é que é um livro de ação: os fatos ocorrem sem que o leitor mal consiga respirar: quando uma conspiração é resolvida (para o bem ou pra o mal) outra já entra em curso!
É, a vida na corte não devia ser fácil!
Aos interessados: este é um livro que faz parte de um grupo de 5 livros contando deste os primeiros anos do reinado de Henrique VIII até o reinado da Rainha Elizabeth. Eu descobri primeiro este, que na verdade seria o quarto, mas as histórias são independentes, dá para ler sem seguir a ordem, caso queira seguí-la, os livros são nesta ordem: "A Princesa Leal", "A Irmã de Ana Bolena", "A Herança de Ana Bolena", "O Bobo da Rainha" e "O Amante da Virgem".
Eu adoro História! O que eu acho um verdadeiro desastre é que quando ensinam História tiram as partes mais interessantes: as intrigas, as sacanagens, as traições, tudo que realmente faz as coisas acontecerem! Por isso, que a maioria dos jovens detestam História: na parte boa vem logo um ponto final!
Mas voltando ao livro, a história em si é muito boa: Hannah vive entre a cruz e a caldeirinha o tempo todo. Quase que literalmente... ela dança entre os interesses de Lord Robert Dudley (algém aí viu o filme Elizabeth?), Rainha Mary, a princesa Elizabeth e o seu próprio: sobreviver numa corte que oscila entre o catolicismo e o protestantismo sem que ninguém perceba que é judia. Por isso, corre todo o tipo de perigo e participa de quase todos os principais eventos entre a coroação da Rainha Mary e as intrigas para que lhe tirem o trono.
É um livro fascinante por dois motivos: primeiro por colocar o leitor para pensar naquilo que foi e naquilo que pode ter sido, se bem que de verdade mesmo, pouco sabemos, afinal que contas, a História é contada pelos vencedores, e da maneira deles... O segundo,é que é um livro de ação: os fatos ocorrem sem que o leitor mal consiga respirar: quando uma conspiração é resolvida (para o bem ou pra o mal) outra já entra em curso!
É, a vida na corte não devia ser fácil!
Aos interessados: este é um livro que faz parte de um grupo de 5 livros contando deste os primeiros anos do reinado de Henrique VIII até o reinado da Rainha Elizabeth. Eu descobri primeiro este, que na verdade seria o quarto, mas as histórias são independentes, dá para ler sem seguir a ordem, caso queira seguí-la, os livros são nesta ordem: "A Princesa Leal", "A Irmã de Ana Bolena", "A Herança de Ana Bolena", "O Bobo da Rainha" e "O Amante da Virgem".
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